Candidata a deputada federal pelo PSB por Feira de Santana, Elisângela construiu sua trajetória no campo, no movimento sindical e no Congresso e aposta nessa experiência para conquistar uma vaga em 2026_
Agricultora familiar, liderança sindical e ex-deputada federal, Elisângela Araújo é candidata a uma vaga na Câmara dos Deputados pelo PSB nas eleições de 2026. Com uma trajetória construída entre o campo, o movimento sindical e a política, ela entra na disputa defendendo uma representação ligada aos trabalhadores rurais e urbanos da Bahia.
A história que Elisângela apresenta ao eleitor começa longe dos gabinetes de Brasília. Agricultora familiar, foi no movimento sindical rural que iniciou sua atuação pública, passando pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais, pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura da Bahia (FETAG-BA) e pela Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Essa caminhada a levou até o Congresso Nacional, onde exerceu mandato como deputada federal e integrou a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara.
*Agora, Elisângela quer voltar à Câmara.*
“Eu venho da agricultura familiar, venho do movimento dos trabalhadores e conheço essa realidade não apenas pelo discurso, mas pela experiência de vida e de luta. Quero levar para Brasília a voz de quem trabalha, de quem produz e de quem muitas vezes não consegue ser ouvido nos espaços de decisão”, afirma.
Uma candidatura que nasce do mundo do trabalho
Ao se apresentar novamente ao eleitor baiano em 2026, Elisângela coloca sua origem e sua experiência política no centro da campanha. Agricultura familiar, geração de emprego e renda, direitos trabalhistas, valorização profissional e desenvolvimento do campo estão entre os temas associados à sua trajetória.
A candidata também aposta na conexão entre trabalhadores rurais e urbanos. Depois de iniciar sua militância no sindicalismo rural, a experiência na CUT ampliou sua atuação para as demandas do mundo do trabalho nas cidades.
“O trabalhador rural e o trabalhador urbano vivem realidades diferentes, mas têm muito em comum. São pessoas que precisam de renda, direitos, oportunidades e condições dignas para sustentar suas famílias. É essa população que quero representar”, diz.
Para Elisângela, a experiência anterior na Câmara também é um diferencial nesta nova disputa. Sua passagem pelo Congresso permitiu acompanhar de dentro as discussões sobre políticas públicas e desenvolvimento rural e, segundo a candidata, mostrou a importância de ampliar a presença de representantes com origem nos movimentos populares e sindicais.
Do campo à Câmara
É dessa história que nasce uma das principais mensagens de sua candidatura: “Do campo à Câmara”.
Mais do que uma referência à agricultura, a expressão resume o caminho percorrido por Elisângela até chegar à política institucional: agricultora, dirigente sindical, liderança dos trabalhadores e deputada federal.
Em 2026, ela quer escrever um novo capítulo dessa trajetória.
“Cheguei à Câmara levando comigo tudo o que aprendi no campo e no movimento sindical. Agora quero voltar com ainda mais experiência e com a mesma convicção: quem trabalha e produz precisa ter voz nas decisões do país”, afirma.