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Dia das Mães, data marcada para homenagear às mulheres que exercem esse papel: Direto ao ponto sobre a Segurança Pública

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Neste domingo, 12, comemora-se o Dia das Mães, data marcada pela homenagem às mulheres que exercem esse papel. enquanto muitas agradecem aos filhos e familiares, muitas choram por seus filhos e netos que são mortos em um cenário de violência que assusta o estado da Bahia; que tornou ao longo dos anos o estado mais violento da federação. Estamos vivendo uma crise de identidade entre os “versos” e os comprimidos dos gestores da segurança pública, especialmente os que buscam resultados em seus gabinetes centralizando a atividade policial na Bahia. Somos de fato um estado violento, assim como a nossa princesinha do sertão que é Feira de Santana, a 9ª cidade mais violenta do mundo; com isso afastando investidores dos mais diversos. Enquanto isso;as mães que choram não sabem a quem procurar em um cenário de guerra que encontra-se o estado da Bahia.  Fere a razoabilidade máxima e mínima ver delegacias de polícia civil, ora fechada e abandonada no interior ao certo  97% das unidades policiais. E o pior, observar o silêncio do Ministério Público como fiscal da lei.  É de fato uma falta de respeito ao cidadão comum o homem médio; que precisa de um espaço físico ao menos para sair do mundo virtual; considerando que a atividade de policial deve ser “tete a tete” em todos os aspectos de uma sociedade marginalizada e empobrecida pela violência; enquanto isso as mães choram, ora pela falência da segurança na ponta, ora pela falta do atendimento inter e multidisciplinar.  É necessário de fato estruturar a segurança pública na Bahia, pelo mérito e pela capacidade de gestão de todos os atores; especialmente aquela que está na ponta; que são nossos Investigadores e Praças da Polícia Militar que ficam impedidos de assumirem cargos de gestão superior; enquanto isso as mães choram. Vivemos  o reflexo do abandono e a centralização da atividade policial na Bahia.  Chega a ser repugnante e até patético a judicialização da atividade policial quanto ao  impedimento de um policial militar de “lavrar” um mero termo circunstanciado e o pior uma medida protetiva ou um  ocorrência policial por conta do complexo da toga curta; enquanto isso delegacias abandonadas e fechadas enquanto isso as mães que apanham aos finais de semana choram; voltam para casa e apanha de novo, ora pela falta de respeito e de compromisso com você mulher que apanha.  E hoje a história se repete e a mãe e mulher apanham e o pior vão continuar apanhando pela falta de modernização da segurança pública baiana.

Assis Castro Oliveira.
assis.castro.oliveira51@gmail.com